O Poderoso Chefão
Al Pacino e Marlon Brando. Preciso dizer mais alguma coisa? O Poderoso Chefão é tão, tão, tão clássico, que ele é citado em outros clássicos. Quem nunca ouviu falar de Don Corleone? Quem nunca viu algum amigo seu “tentar” imitar aquela famosa fala de Don Vito “Você vem até mim e diz: Don Corleone faça justiça. Mas não pede com respeito, não oferece amizade. Você nem mesmo pensa em me chamar de Padrinho. Ao invés disso, você entra na minha casa, no dia do casamento de minha filha e me pede pra matar por dinheiro”.
E aquela boquinha torta e voz rouca do Marlon Brando, que chaaaarme! A história então, é um caso a parte. Que genialidade essa máfia, não?
“A bênção, padrinho.”
Um dos meus favoritos (se não o mais, pois ainda fico em duvida entre alguns) não podia deixar de aparecer aqui. Brad Pitt e Edward Norton dão um show de interpretação! Um show MESMO! Tyler Durden já ultrapassou a linha de simples personagem em um filme, e já se tornou um ícone. O filme trata de tantas coisas, tantas ideologias, discussões sobre o que é real e o que não é... Afinal, o que vale a pena na vida? Você está indo pelo caminho certo? Você é realmente livre? Essas são umas das perguntas respondidas no filme. E mesmo assim, após assisti-lo, você fica semanas e semanas com aqueles diálogos extremamente trabalhados e bem interpretados, e aquela história fodidamente brilhante!
Ainda não assistiu? Corra para a locadora mais próxima (ou baixe na Internet) e assista a essa obra-prima, que é bem mais que um filme de luta.
Amelie! Amelie! Dá uma vontade tão grande de ser a Amelie, de ver a cidade com o olhar dela, de ter aquela ingenuidade heróica do coração dela... Ah Amelie... Aquele sotaque francês dos personagens, aquela história de amor que tem tudo pra dar errado, mas no final se encaixa... Ah Amelie... Cenários românticos, figurinos nem tão sexys, nem tão modernos, nem tão feios, nem tão antigos... Apenas certos. Ah Amelie... Os gostos, as manias, e o modo de apresentação de cada personagem que nos faz apaixonar logo de cara por cada um deles... Ah Amelie...
Ah Amelie!
Matrix
Meu preferido? Okay... Confesso que é o que tenho maior carinho, pois foi por causa dele que comecei a amar a arte cinematográfica. Que história, hãn! Neo é quem: Deus, Messias, Sócrates, ou qualquer cidadão que está preso na nossa sociedade e quer poder abrir o olho e sair para a realidade? Pra mim, ele é todos! Representa cada um de nós. Mas o que mais chama a atenção, sem dúvida, são os efeitos. Não é à toa que Matrix foi considerado um dos grandes marcos da história do cinema. Os irmãos Wachowski realmente fizeram um dos maiores filmes da história do cinema, e diferente do que alguns achavam, conseguiram inovar AINDA MAIS nas duas outras continuações (Matrix Reloaded e Matrix Revolutions).
E você, já sabe o que é a Matrix?
ET - O Extraterrestre
Tudo bem, eu confesso: não gosto deste filme e nunca consegui vê-lo inteiro. Mas é porque eu tenho medo de alienígenas. E mesmo assim, não posso esquecer do filme de Spielberg. Muitas e muitas crianças com certeza já caíram da bicicleta ao tentar voar como Eliott (menos eu). Na época foi a maior bilheteria do cinema, só perdendo mais tarde para o filme Jurassic Park. Vai me falar que você nunca quis ter aquele ET como um bichinho de pelúcia (eu não).
Uma curiosidade: sabe aquela menininha loirinha, irmã de Eliott? É a Drew Barrymore, a famosa Pantera ruiva. HEHE
King Kong
Nem é um dos meus favoritos, mas é tão clássico, que a gravação original de 1933 rendeu outros 6 filmes, sendo que os mais famosos são as regravações de 1976 e a mais recente de 2005. Todo mundo conhece a história do grande macaco Kong que vive em uma ilha misteriosa e se apaixona pela loira que os nativos colocam de isca, e a partir daí, uma série de acontecimentos que levam todos à cena final, em que Kong sobe no edifício Empire State e luta contra os helicópteros. Cena aliás, que é uma das mais reproduzidas em filmes, programas, comédias, e até mesmo em desenhos infantis (alguém ai lembra daquele episódio do Pica-Pau?).
Pega eles, Kong! Eu sempre torcia pra ele!
Bonequinha de Luxo
Diva! É isso que a Audrey Hepburn é! E é neste filme que ela brilha incondicionalmente. Quando foi gravado, em 1961, o filme já era destinado a ser grande! O papel de Holly Golightly inicialmente era para ser de Marilyn Monroe, e não de Audrey. O filme foi uma adaptação de um famoso livro de Truman Capote, e teve o orçamento inicial de 2,5 milhões de dólares, sendo que o salário de Audrey pelo filme foi 750 mil dólares, o segundo maior salário de uma atriz até então.
Esse é um dos filmes que mereceriam um remake em minha opinião. Mas... Será que existe atriz tal qual foi Audrey Hepburn para o papel de Holly? Eu acho que não.
Cantando na Chuva
O filme de 1952 consta na lista dos melhores musicais de todos os tempos, e com mérito. É um dos mais famosos filmes da história cinematográfica, especialmente aquela seqüência de Kelly cantando e dançando na chuva. Você já tomou chuva? Já pegou um guarda-chuva na mão? Então é certeza que você já cantarolou “I’m Singin’ in the rain...” e tentou dar os pulinhos com o guarda-chuva ou sombrinha na mão. Música que está em terceiro lugar no na lista “100 anos... 100 canções” da famosa American Film Institute.
A canção, originalmente, é cantada em tom extremamente alegre. Já no filme abaixo...
Laranja Mecânica
LARANJA MECÂNICA! LARANJA MECÂNICA! Melhor filme de Stanley Kubrick. Uma cena resume muito bem o filme, em minha opinião: o chefe da gang, Alex (Malcolm McDowell), reúne seus amigos (os droogs) para invadir a casa de um escritor. Quando eles conseguem entrar, eles espancam o escritor e estupram a mulher dele, tudo ao som da linda voz de Alex cantando “I’m singin’ in the rain”. Macabro, não? O filme mistura muita música clássica e ultraviolência em um futuro indeterminado. É um filme de contraste. É um filme forte. É um filme massa.
É um filme clássico.
Dica: O Post sobre clássicos não acabou por aqui. Tem muito mais filme pela frente...









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