Um filme para ser considerado clássico precisa ser antigo?
Mas é claro... que não!
Segundo o dicionário Aurélio, uma das definições para a palavra clássico é: “Da mais alta qualidade; modelar; exemplar”. Ou seja, independentemente da época lançada, basta se tornar um ícone, ser um puta de um filme.
Um exemplo de um clássico atual é a história de ficção-científica Avatar, de 2009, dirigido por James Cameron. Foi uma inovação tão grande que logo nas primeiras semanas após a estreia do filme, ele já havia se tornado um clássico. Avatar não só inovou em seus efeitos especiais (nunca antes visto na história do cinema, sendo que até Spielberg foi às gravações aprender a nova técnica), como também em seu orçamento (foi estimado um custo entre US$ 280 milhões e US$ 310 milhões para a produção e UR$ 150 milhões para a divulgação). E esse dinheirão todo, por incrível que pareça, deu muito resultado. Em seu primeiro final de semana de lançamento, o filme arrecadou aproximadamente UR$ 232 milhões ao redor do mundo, se tornando a sétima maior arrecadação em um primeiro final de semana da história do cinema e a maior para um filme original. Atualmente, é o filme com a maior bilheteria da história, superando até Titanic.
Assim sendo, percebemos que a fama do filme foi criada a partir dos comentários das pessoas que já haviam assistido, e de tão impressionadas, falaram sem parar sobre o assunto e incentivava outras pessoas a assistirem também (eu mesma confesso que fui o fator principal de muita gente ir ao cinema ver o filme, e que até fui acompanhar pra poder assistir uma segunda vez). A divulgação ajudou, é claro, mas este filme realmente mereceu toda a fama que levou.
Viu? Isso é um exemplo de filme clássico. Aquele filme que vira-e-mexe se torna tema de discussão da sua roda de amigos no bar, na faculdade, no emprego, na escola, na sua casa... a qualquer hora, em qualquer lugar.
Quer dica de mais filmes clássicos? Se liga no próximo post.
#FicaDica

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